Instituições de pesquisa de todo o país trabalham em uma carta conjunta com recomendações e orientações destinadas a estudos sobre dispositivos usados por fumantes, a exemplo de cigarros eletrônicos, vapes e similares.

Entre os participantes da elaboração do documento estão o Inca, Instituto Nacional de Câncer, e a Fiocruz, Fundação Oswaldo Cruz.

As diretrizes foram debatidas nesta semana, no seminário “Construindo uma Agenda de Pesquisa Prioritária sobre Dispositivos Eletrônicos para Fumar”, que reuniu pesquisadores, gestores públicos e especialistas de diversas instituições brasileiras, no Rio de Janeiro.

O ponto de partida foi um levantamento realizado entre 2019 e março deste ano, que identificou 59 estudos sobre os impactos desses dispositivos na literatura científica nacional.  

As pesquisas analisadas abordam desde os danos à saúde humana até dados epidemiológicos sobre experimentação e uso, além de aspectos regulatórios e de políticas públicas.

No Brasil, desde 2009 é proibida a fabricação, venda, importação ou distribuição de todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar . De acordo com o Inca, esses dispositivos contêm substâncias tóxicas que causam câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares.

*Com informações da Agência Brasil 




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