O Ministério da Fazenda manteve a previsão de crescimento econômico de 2,3% em 2026. De acordo com a nota divulgada, nesta sexta-feira (29), a expansão da indústria e dos serviços devem compensar uma desaceleração da agropecuária.
O informe divulgado aponta para desaceleração da atividade no segundo e no terceiro trimestres do ano, de abril a setembro. Nesse período, o fim de benefícios fiscais do governo deve ser compensado pela redução do custo de crédito.
A partir de outubro, o ministério espera retomada da economia enquanto a indústria manufatureira recupera força com a redução dos juros em andamento. O mercado financeiro prevê queda da taxa Selic dos atuais 14,50% para 13,25% até o fim de 2026.
Sobre o resultado de alta de 1,1% do Produto Interno Bruto no primeiro trimestre, o Ministério da Fazenda apontou que a expansão foi na linha das previsões do mercado e um pouco acima do esperado pelo ministério. O Brasil teve o quarto maior crescimento, atrás da Coreia do Sul, Estados Unidos e China, mas a frente de Reino Unido, Japão e Alemanha.