A Prévia da inflação oficial do Brasil ficou próxima da estabilidade no mês de julho, de acordo com o IPCA-15, divulgado pelo IBGE nesta terça-feira (28). 
A variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 foi de 0,06%. Os preços foram coletados entre os dias 17 do mês passado e 15 deste mês.
A inflação registrada representa uma desaceleração de 0,35 ponto porcentual na medição mensal.
Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, o da Habitação teve a maior alta, quase 1%. A principal razão é o aumento da energia elétrica de residências, que subiu mais de 3%, por causa da vigência da bandeira tarifária amarela e dos reajustes em capitais como Curitiba e Porto Alegre.
Por outro lado, a alimentação apresentou a maior queda: deflação de 0,66%. Os preços que mais caíram foram os do tomate e da batata-inglesa.
Os demais setores variaram entre redução de 0,33%, em roupas, e alta de 0,28%, em Saúde.
O grupo Transportes registra alta de 0,11%. Apesar do aumento das passagens aéreas, os combustíveis recuaram quase 1%, apesar dos aumentos internacionais do petróleo.
Entre as capitais dos Estados, a maior variação do IPCA-15 ocorreu no Rio de Janeiro (0,44%), pressionada pelas passagens aéreas e pela energia. O menor índice ficou em Belém (-0,22%), que teve deflação e houve forte redução de preços da gasolina e do açaí.
No acumulado do ano, a inflação geral para o bolso do consumidor está em aproximadamente, 3,5%, enquanto nos últimos 12 meses, acumula pouco mais de 4,5%.
* Com reportagem de Gabriel Correa