Com o período de chuvas intensas no Pará, a população precisa redobrar a atenção para evitar a leptospirose, doença infecciosa que representa também um risco maior em áreas alagadas, um cenário comum durante o inverno amazônico

O médico infectologista Lourival Marsola afirma que o clima pode influenciar também nas ocorrências das doenças.

“Infelizmente, nos últimos anos, nós tivemos em 2024 no Rio Grande do Sul, agora em 2025 no Paraná e outros estados, [nós] vivemos cada vez mais frequentemente inundações e períodos ruins nos quais a água da enchente, que é uma das grandes formas de transmissão da leptospirose, aumenta o número de casos. Então, se você for ver a epidemiologia, o número de casos de leptospirose no Brasil nos últimos três anos, ela tem relação com essas inundações e aumenta.”

A contaminação ocorre principalmente quando a pele, especialmente com algum ferimento, entra em contato com água ou lama contaminada. Especialistas alertam que a doença também pode ser contraída pela mucosa ou pela pele íntegra após exposição prolongada em água ou lama infectada. Além do consumo de alimentos ou água contaminados.
 




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