A Vale suspendeu as operações nas minas de Fábrica e de Viga, em Minas Gerais, após os transbordamentos de água no domingo.  

A medida foi tomada depois de a Prefeitura de Congonhas suspender os alvarás de funcionamento das duas unidades e determinar medidas emergenciais de controle, monitoramento e mitigação ambiental. 

A mineradora informou que colabora com as autoridades competentes e que irá se manifestar dentro do prazo sobre as ações que estão sendo adotadas.   

Esclareceu ainda que suas barragens na região seguem com condições de estabilidade e segurança inalteradas.

Ministro cobra medidas rigorosas

Após os vazamentos, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, cobrou que a Agência Nacional de Mineração, tome de forma imediata medidas rigorosas.  

Entre elas, apuração de eventual responsabilidade da mineradora e, se for preciso, interdição da operação. 

Silveira determinou o acionamento dos órgãos federais, estaduais e municipais para fiscalização e eventual penalização, bem como medidas de reparação de possíveis danos.

O que diz a ANM

Já a ANM afirmou que, caso sejam constatadas irregularidades, a apuração de responsabilidades integra o processo regulatório, com aplicação das sanções cabíveis. 

Informou também que equipes técnicas acompanham a situação em Minas Gerais, para verificar condições de funcionamento das estruturas e das medidas adotadas pela Vale. 

A Associação Brasileira dos Municípios Mineradores do Brasil cobrou transparência, responsabilização, reparação e ações enérgicas em resposta aos graves incidentes, que já demostram impactos ambientais visíveis. 




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